Bem vindo ao Palma Decor
A palmadecor é uma empresa fundada a mais de 25 anos por José Vitorio Palma que hoje segue com seus filhos, a empresa é centrada em atender ao consumidor exigente e de bom gosto, realizando trabalhos em móveis sob-medida e planejado a cada gosto especifico.
Trabalhamos com arquitetos e decoradores, realizando tanto o sonho do ambiente residencial como comercial.
Nosssos produtos são fabricados com matérias de qualidade imcomparavel , com isto trabalhamos com garantia de 6 anos.

Conheça nossos produtos

Sample
A Palmadecor trabalha com uma linha de produtos de grande variedade, desde MDF's , fórmicas, madeiras, pinturas[...] Saiba Mais

Veja algumas tendências

Sample
Móveis práticos, padronizados, de baixo custo, e confeccionados com madeira de reflorestamento têm melhores[...] Saiba mais

Inovações

Sample
Veja algumas inovações que a Palmadecor oferece aos seus clientes. Saiba Mais

Arquitetura Moderna

Sample
Durante as décadas de 1920 e 1930, a arquitetura de países como a França, a Inglaterra e os Estados Unidos[...] Saiba Mais

Arquitetura Moderna

LE CORBUSIER
Durante as décadas de 1920 e 1930, a arquitetura de países como a França, a Inglaterra e os Estados Unidos esteve dominada pelo art déco, estilo freqüente em edifícios públicos e na maioria dos arranha-céus norte-americanos, como o Empire State Building, de Nova York. Uma exceção foi Charles Édouard Jeanneret, apelidado Le Corbusier, um suíço francófono discípulo de Auguste Perret e Peter Behrens estabelecido em Paris.
1.Primeiras obras Durante a década de 1920, Le Corbusier projetou uma série de residências unifamiliares para clientes cultos, que, assim como o arquiteto, achavam que a moradia moderna devia ser uma machine à habiter (máquina habitável), como é o caso da vila Saboye (1929-1930), em Poissy-sur-Seine, na França. Esta obra mostra os princípios da nova arquitetura: andar principal, separado do chão sobre pilotis; andar livre, sem nenhuma subordinação à estrutura; utilização de janelões horizontais para que entre muita luz; disposição de terraços ajardinados que permitam a vida ao ar livre. Outra das propostas inovadoras de Le Corbusier, com o objetivo de solucionar o problema da habitação operária, foi a de construir casas em série e cidades organizadas em altura (cidades-imóveis).
2.Obras da madurez Após a II Guerra Mundial, Le Corbusier criou diferentes versões da chamada unidade habitacional (1946-1952), começando pelo edifício de Marselha. O arquiteto estava explorando todas as possibilidades do concreto armado como material de construção. Em lugar de usar os métodos de fechamento habituais nos arranha-céus, que consistiam em leves lâminas montadas sobre estruturas invisíveis, Le Corbusier chamou de novo a atenção para a expressividade dos fechamentos, concebendo o edifício como um objeto escultórico. Os artistas tinham pensado na importância do concreto, mas sua popularização foi lenta devido à falta de soluções para sua aplicação mais precisa. Em 1901, o arquiteto e urbanista francês Tony Garnier elaborou um projeto de cidade para Lyon, publicado em 1918 com o título A cidade industrial, prevendo a utilização do concreto em grande escala. Um dos precursores na exploração das possibilidades estruturais e formais do concreto armado foi Auguste Perret, o mestre de Le Corbusier. Constituem bons exemplos a igreja de Notre Dame du Raincy (1922-1923) e a reconstrução do porto de Havre depois da II Guerra Mundial. Le Corbusier também influiu através da sua obra escrita, como o livro Rumo a uma arquitetura (1927), que coleta vários artigos sobre suas idéias arquitetônicas. Entre outros exemplos de sua concepção, destacam-se o Pavilhão do Esprit Nouveau, na Exposição de artes decorativas, de Paris, em 1925; o palácio da Sociedade das Nações, de Genebra, em 1927; o palácio dos Soviets, de Moscou, em 1931.
3.Últimas obras Sua produção teórica e prática inspirou outros arquitetos, sobretudo ingleses, para trabalhar num estilo que seria chamado de brutalismo, um termo derivado do francês béton brut (concreto bruto ou aparente). Durante a década de 1950, Le Corbusier projetou a construção da cidade de Chandigarh, a nova capital do Punjab. Últimos exemplos do seu trabalho arquitetônico são os três edifícios governamentais, erigidos na praça do Capitólio, além de
duas construções religiosas na França: a capela (1950-1955) de Nôtre Dame du Haut, em Ronchamp, e o mosteiro dominicano (1956-1960) de La Tourette, em Eveux.

ARQUITETURA ESCANDINAVA
A aparição da arquitetura contemporânea na Escandinávia esteve ligada à obra de artistas inovadores, como o sueco Erik Asplund e o dinamarquês Arne Jacobsen. O finlandês Eliel Saarinen se estabeleceu nos Estados Unidos em 1922, onde fundou uma escola de arte seguidora da tradição européia, a Cranbrook Academy, perto de Detroit. Seu filho Eero, formado neste ambiente, chegou a ser um arquiteto brilhante nas décadas de 1940 e 1950: de 1957 é o Centro Técnico da General Motors em Warren, Michigan; o aeroporto internacional de Dulles, perto da cidade de Washington, foi terminado em 1963, dois anos depois da morte de Eero Saarinen. O finlandês Alvar Aalto foi, sem dúvida, o arquiteto mais destacado. Embora nas suas primeiras obras, como a clínica de Paimio (1929-1933), tenha adotado uma linguagem racionalista retilínea e branca, manifestou logo seu talento expressivo. Recorreu para isso aos materiais finlandeses tradicionais — granito, tijolo, madeira, azulejo cerâmico e cobre —, enfatizando suas qualidades visuais com um critério onde o arquitetônico adquiria traços poéticos, apreciáveis na liberdade e a complexidade dos interiores; no interesse pela percepção luminosa dos ambientes, graças muitas vezes ao uso de lucarnas; na importância concedida à circulação entre os espaços. O Centro Cívico (1950-1952), na ilha de Säynätsalo (Finlândia), está organizado com lojas no térreo, sobre as quais são dispostas sóbrias moradias para as autoridades locais. A igreja (1956-1958), em Vuoksenniska (Finlândia), é uma solução poética decorrente de um complexo programa funcional, onde se combinam um lugar para o culto e um centro social.

OUTROS ARQUITETOS EUROPEUS
Na Espanha, com a instauração da Segunda República, em 1931, foram intensificados os contatos com a vanguarda européia e a participação nos Ciam (Congressos Internacionais de Arquitetura Moderna), iniciados em 1928. Houve, aliás, uma atmosfera favorável ao desenvolvimento do racionalismo arquitetônico, representado por Josep Lluís Sert, discípulo de Le Corbusier, e Félix Candela. A guerra civil fez com que Sert se exilasse nos Estados Unidos e Candela, no México. O emprego do concreto armado continuou se desenvolvendo através dos esforços de engenheiros como o italiano Pier Luigi Nervi e o próprio Candela, que, na Espanha, fora discípulo de Eduardo Torroja, autor da impressionante cobertura das tribunas no Hipódromo da Zarzuela, em Madri (1935).

ARQUITETURA LATINO-AMERICANA
A arquitetura contemporânea consolidou-se na América Latina através do apoio de Le Corbusier a dois jovens arquitetos brasileiros: Lúcio Costa e Oscar Niemeyer. Entre os pioneiros que, desde finais da década de 1920, postulavam a renovação dos estilos historicistas, destacam-se Gregório Warchanchik e Afonso Reidy, também brasileiros, e o uruguaio Julio Vilamajó. Após a II Guerra Mundial, surgiram outras figuras importantes, especialmente no México, onde os princípios do movimento se ligaram ao caráter colonial e à tradição pré-colombiana. Outros arquitetos latino-americanos destacados são Luis Barragán, Juan O’Gorman e Pedro Ramírez Vázquez, no México; Carlos Raúl Villanueva, na Venezuela; Rogelio Salmona, na Colômbia; e Eladio Dieste, no Uruguai.

LOUIS ISADORE KAHN
Norte-americano de origem estoniana, Louis Isadore Kahn admirava os sistemas construtivos romanos — como o das termas de Caracalla — e fez um estudo atento da história da arquitetura desde a Antigüidade até Claude Nicolas Ledoux (1736-1806), cujas propostas teóricas e realizações antecipam as tendências da arquitetura contemporânea. Entre as obras mais importantes de Kahn destacam-se os laboratórios Richards (1958-1061), na Universidade da Pensilvânia; o Instituto Salk (1965), em La Jolla (Califórnia); o Instituto Indiano da Empresa (1975), em Ahmedabad (Índia); e os projetos da década de 1960 para Dacca, a capital de Bangladesh, como o edifício da Assembléia Nacional.

ARQUITETURA PÓS-MODERNISTA
Na década de 1960, surgiu entre muitos arquitetos um sentimento de rejeição do International Style, que tinha retrocedido a fórmulas monótonas e estéreis. Uma das correntes arquitetônicas que reage contra a ortodoxia do racionalismo é a chamada pós-modernista, ligada ao movimento filosófico do mesmo nome. Abrange as tendências neo-historicistas de Ricardo Bofill ou de Óscar Tusquets, os traços extremos do desconstrutivismo de Frank Gehry ou Zaha Hadid, a ironia de Robert Venturi, Helmut John ou Michael Graves. O multifacetado Philip Johnson confirmou sua adesão ao pós-modernismo com o edifício AT&T (1982), de Nova York, um arranha-céu com um frontão quebrado.

ÚLTIMAS TENDÊNCIAS ARQUITETÔNICAS
Nas últimas décadas do século XX, tendências divergentes têm surgido no quadro arquitetônico, como o desconstrutivismo e o high-tech. Ao mesmo tempo, tem se iniciado uma revisão dos mestres das vanguardas e, portanto, uma recuperação dos postulados do modernismo. Esta tendência é manifesta na obra de numerosos arquitetos, entre eles o holandês Rem Koolhas, o japonês Tadao Ando, o norte-americano Richard Meier, o espanhol Rafael Moneo e o português Álvaro Siza, que, em 1969, ficou entusiasmado com o livro de Robert Venturi Complexidade e contradição em arquitetura.

Fonte: Rafael R. Rizotto

Todo o material aqui publicado é ORIGINAL e protegido pela legislação brasileira de direitos autorais (Lei nº 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998), qualquer retirada de conteúdo sem a autorização de responsáveis serão providenciadas medidas legais contra a violação.
Notícias